FugaEmRede
FugaEmRede é um colectivo social autónomo que trata de producir analises e prácticas solidarias com as luitas pola emancipaçom social que se distribuem nas geografías do planeta.
Nascidos no 2005 ao calor da solidariedade que desde diversos centros sociais autogeridos da Galiza estava-se a fiar com o levantamento zapatista e as resistencias palestinianas, nestes anos de percorrido temos analisado, difundido e participado de luitas concretas por diferentes partes do mundo ajudando humildemente a componher o mapa das luitas antisistémicas planetarias. Más nom buscamos acompañar desde fora; pretendemos tomar parte no caminho dos movimentos que se oponhem ao capitalismo e que estám a construir, desde a solidariedade, espaços de acçom comum e formas de vida alternativa.
WallMapu, Palestina, Oaxaca, Chiapas, Nicaragua, ou as experiencias de conflito político na Europa (AntiG8, AntiCOP, luitas contra as fronteiras e os regímenes autoritarios de ciudadanía..) som percorridos que temos atravesado colectivamente para tratar de construir pontes de intercambio entre estas realidades e as iniciativas políticas no nosso territorio. Pensamos que é sempre importante estar atentas a multiplicidade de novas prácticas de conflito que aparescem noutras latitudes da realidade global com o intuito de poder achega-las para o seu analise e debate no seio das experiencias contemporáneas dos movimentos sociais na Galiza.
Embora o nosso prisma de analise global, para nós o plano quotidiano de luita desenvolve-se no ámbito do local. Creemos que é precisso ajudar a articular de forma consistente alternativas sociais na Galiza em chave de emancipaçom social. A nossa referencia espacial e cultural concreta no territorio remite-nos ao plano pola reinvindicaçom e defessa das singularidades do pais galego; terra e territorio, lingua e cultura, espaços público e bens comúns.
Neste sentido é a nossa participaçom activa no movimento de centros sociais, nas redes em defessa de vida e terra digna para todas e em definitiva nos movimentos autónomos que desde a esquerda transformadora presionam desde abaixo e tratam de construir mundos melhores, a que substantiva a nossa práctica politica.
Nascidos no 2005 ao calor da solidariedade que desde diversos centros sociais autogeridos da Galiza estava-se a fiar com o levantamento zapatista e as resistencias palestinianas, nestes anos de percorrido temos analisado, difundido e participado de luitas concretas por diferentes partes do mundo ajudando humildemente a componher o mapa das luitas antisistémicas planetarias. Más nom buscamos acompañar desde fora; pretendemos tomar parte no caminho dos movimentos que se oponhem ao capitalismo e que estám a construir, desde a solidariedade, espaços de acçom comum e formas de vida alternativa.
WallMapu, Palestina, Oaxaca, Chiapas, Nicaragua, ou as experiencias de conflito político na Europa (AntiG8, AntiCOP, luitas contra as fronteiras e os regímenes autoritarios de ciudadanía..) som percorridos que temos atravesado colectivamente para tratar de construir pontes de intercambio entre estas realidades e as iniciativas políticas no nosso territorio. Pensamos que é sempre importante estar atentas a multiplicidade de novas prácticas de conflito que aparescem noutras latitudes da realidade global com o intuito de poder achega-las para o seu analise e debate no seio das experiencias contemporáneas dos movimentos sociais na Galiza.
Embora o nosso prisma de analise global, para nós o plano quotidiano de luita desenvolve-se no ámbito do local. Creemos que é precisso ajudar a articular de forma consistente alternativas sociais na Galiza em chave de emancipaçom social. A nossa referencia espacial e cultural concreta no territorio remite-nos ao plano pola reinvindicaçom e defessa das singularidades do pais galego; terra e territorio, lingua e cultura, espaços público e bens comúns.
Neste sentido é a nossa participaçom activa no movimento de centros sociais, nas redes em defessa de vida e terra digna para todas e em definitiva nos movimentos autónomos que desde a esquerda transformadora presionam desde abaixo e tratam de construir mundos melhores, a que substantiva a nossa práctica politica.







































